Sinhores Campinas

Sem regime especial, bares e restaurantes de SP podem ter alta de 300% no ICMS, alerta federação

A Fhoresp – Federação dos Hotéis, Restaurantes, Bares e similares de São Paulo, conjunto no qual atua também o Sinhores Campinas e Região, afirma que governo Tarcísio de Freitas deve elevar a alíquota de 3,2% para 12%.

A Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) afirmou, nesta segunda-feira, 9, que, caso o governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) não renove o regime especial de tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a taxação do setor aumentará em 300%.

A entidade alerta que aalíquota pode subir de 3,2% para 12%, impactando diretamente 500 mil empresas ativas e 1,4 milhão de empregos, formais e informais. Ainda que eventuais créditos fiscais sejam apropriados, estudos preliminares indicam uma carga tributária efetiva de 9,6% com o fim do benefício.

Na segunda-feira, 16/12, comitiva foi recebida pelo Secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab. Durante o encontro, o diretor-executivo, Edson Pinto, apresentou uma argumentação sólida sobre os impactos prejudiciais da proposta do Governo Tarcísio de Freitas, que prevê o fim do Regime Especial de Tributação do setor, atualmente em 3,2%, elevando a alíquota para 12% — um aumento de quase 300%.

O Secretário demonstrou grande preocupação com os dados apresentados e se comprometeu a levar as reivindicações dos empresários do setor às demais instâncias do governo.